Bebidas Não Alcoólicas

A Categoria de Bebidas Não Alcoólicas, tem alta frequência de compras, geradora de fluxo e oferece uma extensa variedade de produtos, dentre os quais: refrigerantes, águas, sucos, chás e energéticos, e contribui de forma significativa nos resultados das lojas de conveniência. A compra desses produtos para consumo imediato é um dos mais expressivos drivers de ida à loja de conveniência, embora também haja a aquisição para consumo futuro.

A Categoria atingiu 17,1% de participação em faturamento, em 2017. Devido à sua abrangência, a categoria de Bebidas Não Alcoólicas requer uma segmentação em três grupos de subcategorias: Refrigerantes (ou Bebidas Carbonatadas); Águas, Sucos e Chás (ASCs); e Energéticos, Isotônicos e Guaranás Naturais (ENIGs).

Apesar de estarem perdendo espaço para bebidas não alcoólicas mais saudáveis, como águas minerais, chás e sucos, os Refrigerantes contribuíram com maior parcela nas vendas: 40,7% no Mercado Total, em 2017. A participação caiu 1,6 ponto percentual de 2016 para 2017, seguindo a tendência global de diminuição de consumo da subcategoria. Energéticos, Isotônicos e Guaranás Naturais atingiram 24,5% de contribuição na categoria, quase um ponto percentual acima do ano anterior. Águas, Sucos e Chás, por sua vez, também cresceram em 2017, com 34,8%.

Nos pontos de venda é possível notar um crescimento da oferta de embalagens menores.

SHARE SUBCATEGORIAS - BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS (%)
2016 2017
Refrigerantes 42,3 40,7
Águas, Sucos e Chás 34,1 34,8
Energéticos, Isotônicos e Guaranás Naturais 23,6 24,5

Fonte: Nielsen

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Refrigerantes

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Águas, Sucos e Chás

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Energéticos, Isotônicos e Guaranás Naturais

Inovações e Resultados

“Entre as maiores fabricantes de bebidas não alcoólicas com operação no país, a Coca-Cola tem liderado o lançamento de inovações. Desde o quarto trimestre, a companhia lançou no Brasil a Del Valle 100% Origens, feito só com ingredientes naturais, sem adição de açúcar, e em embalagens de vidro; uma Sprite com toque de menta; a Crystal Sparkling, água gaseificada, aromatizada e sem açúcar ou adoçantes. Isso sem contar os lançamentos de novas embalagens para produtos já existentes.

Apesar disso, a Coca-Cola apresentou em 2017 um desempenho em linha com o mercado, com queda no volume de vendas de 6% no Brasil, conforme o balanço divulgado pela companhia.”

Fonte:Valor Econômico, 13/03/2018

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Natural

“A Ambev lançou uma linha de bebidas com leite vegetal à base de coco com a marca Do Bem no ano passado. A empresa informou que, em 2017, as vendas de não alcoólicos tiveram queda de 4,3% em vendas, com resultado um pouco melhor que a média do mercado.”

Fonte: Valor Econômico, 13/03/2018

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Ingredientes naturais

“Segundo pesquisa da Mintel feita em fevereiro, com 1.355 brasileiros, 31% escolheu mais bebidas não alcoólicas no lugar das alcoólicas nos últimos 12 meses. Do total, 38% disser estar interessado em bebidas com benefícios vindos de ingredientes naturais; 34% informou que gostaria de ver mais opções de bebidas sem adoçantes artificiais; 34% gostaria de ver mais bebidas não alcoólicas com embalagens retornáveis; e 28% gostaria de ver mais opções de bebidas vegetais.”

Fonte: Valor Econômico, 13/03/2018.

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Tamanho menores invadem prateleiras

“Com os novos padrões de consumo da sociedade moderna, a indústria tem trazido cada vez mais inovações. Novos estilos de vida têm criado uma demanda por produtos em quantidades menores, que podem ser consumidos a qualquer hora e em qualquer lugar.

A redução do volume das porções das bebidas não alcoólicas é um movimento da indústria para atender os novos comportamentos e contextos atuais do consumidor. A embalagem menor permite diferentes opções de escolha e, no caso de lares com mais de uma pessoa, cada indivíduo escolhe realmente o que deseja beber.

Dentre as principais tendências de embalagem para bebidas estão: a personalização e experiência; a conveniência e estilo de vida; a nutrição e funcionalidade; a evitação e purificação; a sustentabilidade e engajamento.”

Fonte: site da ABIR, 09/01/2018.

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Saudabilidade

“O mercado estima que o segmento de bebidas com apelo funcional e de saudabilidade cresça em torno de 15% em 2018. A perspectiva de melhora da economia e o potencial desse nicho de negócio devem impulsionar as vendas (…)

De acordo com a Euromonitor, o segmento de bebidas funcionais – incluindo aquelas que promovem algum tipo de benefício à saúde – movimentou R$ 7,3 bilhões em 2016 e deve faturar R$ 7,9 bilhões neste ano. Os dados de 2017 ainda não foram consolidados, mas a expectativa é de um crescimento de 6,9%, para R$ 7,8 bilhões. Em 2022, o faturamento deve alcançar R$ 8,8 bilhões neste mercado.”

Fonte: site ABIR, 07/03/2018.

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Despertando o interesse

“O mercado estima que o segmento de bebidas com apelo funcional e de saudabilidade cresça em torno de 15% em 2018. A perspectiva de melhora da economia e o potencial desse nicho de negócio devem impulsionar as vendas (…)

De acordo com a Euromonitor, o segmento de bebidas funcionais – incluindo aquelas que promovem algum tipo de benefício à saúde – movimentou R$ 7,3 bilhões em 2016 e deve faturar R$ 7,9 bilhões neste ano. Os dados de 2017 ainda não foram consolidados, mas a expectativa é de um crescimento de 6,9%, para R$ 7,8 bilhões. Em 2022, o faturamento deve alcançar R$ 8,8 bilhões neste mercado.”

Fonte: DCI, 11/01/2018

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