Food Service

O Food Service vem ganhando cada vez mais destaque nas lojas de conveniência. Ter uma oferta diversificada nessa categoria de margens generosas, representa uma vantagem competitiva, pois gera tráfego para o ponto de vendas e fideliza o consumidor. Além disso, vale ressaltar que há uma forte sinergia entre Food Service e Bebidas Não Alcoólicas e Snacks.

A categoria está em constante aprimoramento, com ofertas, equipamentos e cardápios cada vez melhores. A concorrência é acirrada, não só dentro do canal, mas também com as cadeias do mercado de alimentação, cafeterias, padarias, foodtrucks, entre outros. Dentro desse contexto, a “saudabilidade” é um tema que requer atenção, uma vez que o consumidor está cada vez mais preocupado em optar por alternativas saudáveis para sua alimentação.

Um dos grandes desafios na gestão desta categoria é a responsabilidade com todos os aspectos de segurança alimentar, onde as normas e regulamentações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária devem ser seguidas estritamente.

  • Os dados da categoria Food Service se referem apenas ao grupo de lojas das associadas à Plural (am/pm, BR Mania e Select). Não há informações relativas a esta categoria para o Mercado Total, como acontece nas demais.
  • Em 2017, o share da categoria Food Service foi de 16,2% nas lojas das associadas à Plural (vs. 15,6%, em 2016). Cresceu sua participação em faturamento.
  • Destacam-se: Salgados, com 27,8% de participação; Café, com 19,4%; Sanduíches, 15,7%; e Pão de Queijo 13,3%.
  • Já Sanduíches perdeu share (15,7%, em 2017 vs. 16,8%, em 2016).
  • Foram expressivos os crescimentos das contribuições de Salgados e Café, cujos shares cresceram 5,5 e 3,6 pontos percentuais vs. 2016, respectivamente. As duas são as que apresentam maior participação nas vendas da categoria Food Service.
  • Os resultados de 2017 contemplam as informações das distribuidoras Ipiranga, Petrobras Distribuidora (BR) e Raízen. Assim, para fins de comparação, os resultados de 2016 foram recalculados com os dados das três empresas, apenas.
SHARE SUBCATEGORIAS - FOOD SERVICE %
2016 2017
SALGADOS 22,3 27,8
SANDUÍCHES 16,8 15,7
CAFÉ 15,8 19,4
PÃO DE QUEIJO 11,0 13,3
CACHORRO QUENTE 0,7 0,0
PANIFICADOS 11,3 10,6
PIZZAS 0,6 0,6
DOCES 3,6 4,7
PRATOS PRONTOS 2,0 2,3
OUTROS 15,9 5,6

Fonte: Nielsen

Sobre o mercado

“A correria do dia a dia vem afastando, cada vez mais, o consumidor da cozinha de casa. Esse cenário justifica o número crescente de pessoas que procuram otimizar o tempo ao optar por refeições prontas e, em sua maioria, fora do lar.

De acordo com o IBGE, homens e mulheres que vivem por aqui gastam em torno de 25% de suas rendas com comida na rua. Com uma movimentação que gira em cerca de R$170 bilhões ao ano, somente na última década, o mercado de alimentação fora do lar representa uma grande fatia do setor de alimentos e bebidas, que vem se reinventando em meio à atual crise econômica do País.

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), o faturamento da indústria de alimentos no País registrou alta de 85,8% entre os anos de 2010 e 2016. Considerando esse crescimento, a média do setor de alimentação fora do lar é de 12,3%, o que reforça que o hábito de se alimentar na rua está cada vez mais presente no cotidiano de quem vive no Brasil.”

Fonte: site Food Service News, 28/02/2018.

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Números do food service brasileiro

  • “O mercado de alimentos e bebidas representa 10,1% do PIB nacional e estima-se que o segmento de food service abocanhe 2,7% desse montante.
  • Em 2016, o segmento de alimentação fora do lar movimentou R$184 bilhões no Brasil.
  • O tíquete médio foi de R$13,40, um acréscimo de 8% em comparação ao ano anterior.
  • Em torno de 56% da população consome fora de casa, e tem idade entre 18 e 49 anos.
  • A estimativa de crescimento para o mercado de alimentação fora de casa (ainda não fechada), para 2017, deve girar em quase 11%.”

Fonte: Food Service News

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Alimentação fora do lar

“Modificação da estrutura familiar, com aumento no número de casais sem filhos, o que ocasiona na redução nas despesas essenciais do orçamento familiar e consequente investimento em lazer e novas experiências gastronômicas.

O aumento na renda familiar ou individual, que demanda um consumo mais qualificado, impulsionando negócios focados em produtos e serviços diferenciados (artesanais, frescos, orgânicos, cardápios para pessoas com restrições alimentares etc.).

A crescente participação das mulheres no mercado de trabalho fez com que restasse pouco tempo para as atividades domésticas, como o preparo das refeições, o que também estimulou o aumento da frequência das refeições familiares fora de casa.”

Fonte: site SIS-SEBRAE, 27/02/2018.

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Expectativa positiva

“A ANR destaca a expectativa positiva para o setor de alimentação fora do lar em 2018.

A primeira enquete do ano realizada na reunião Plenária ANR foi a base para nota publicada na coluna Mercado Aberto, do jornal Folha de S. Paulo, no último dia 8 de março. A coluna destacou as projeções para o setor de alimentação fora do lar em 2018, com o otimismo do segmento que espera crescer até 5%.”

Fonte: site Food Service News, 14/03/2018
ANR – Associação Nacional de Restaurantes