Lubrificantes

O ano de 2017 trouxe boas perspectivas para o mercado interno de lubrificantes à medida que experimentou uma retomada de crescimento, bem como uma evolução, através da elevação do nível mínimo de qualidade dos óleos lubrificantes automotivos, prevista pela Resolução ANP 22/2014.

O aumento de volume comercializado relativo ao ano anterior acompanhou o bem-vindo movimento de recuperação econômica iniciado em 2017. Segundo dados oficiais da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), foi observado um crescimento de 2,6% de óleos lubrificantes acabados em relação a 2016(*), percentual esse significativamente superior ao crescimento do PIB (1%). Tal diferença pode ser atribuída, dentre outros fatores, ao crescente número de agentes regulados que passaram a declarar seus dados à referida agência através do SIMP (Sistema de Informações de Movimentação de Produtos).

(*) Ajuste pela PLURAL da duplicidade no volume comercializado pela Ipiranga

Quanto à gradual migração da comercialização de lubrificantes automotivos para qualificações mais elevadas, que contam com óleos básicos dos grupos II ou III em suas fórmulas, os consumidores brasileiros têm experimentado benefícios – já verificados em diversos mercados – que só podem ser alcançados quando estão à disposição produtos mais sofisticados e de menor viscosidade.